← Página inicial
Carregando…

Quem será eleito? Presidente · 2º turno de 2026 · 25 de outubro

Projeção independente. Calculada com os votos já apurados pelo TSE, depois do fim da votação, às 17h. Não é pesquisa eleitoral nem resultado oficial. Como funciona · Avisos

Parcial e projeção ao longo da noite

Lula projeção parcial margem de erro

Como só há dois candidatos, o que fica abaixo de 50% é de Flávio Bolsonaro.

Chance de vitória ao longo da noite

LulaFlávio

Como funciona

O site responde a uma pergunta: com os votos apurados até agora, quem termina a noite com mais da metade dos votos válidos? A resposta vem da apuração oficial, seção por seção. Nada aqui usa pesquisa de intenção de voto.

Por que a parcial engana

As urnas não chegam ao TSE em ordem aleatória. Cidades pequenas e algumas regiões terminam primeiro; o interior do Nordeste e as grandes capitais costumam entrar mais tarde. Por isso a parcial começa puxada para um lado e vai mudando ao longo da noite, mesmo sem nenhuma surpresa no resultado.

43%44%45%46%47%48%49%50%18h19h20h21hfinal: 49,0%44,0% · 13% apurado47,2% · 85% apurado43%45%47%49%18h19h20h21hfinal: 49,0%44,0% · 13% apurado47,2% · 85% apurado
Parcial de Lula entre os dois primeiros colocados na noite do 1º turno, calculada com o horário real de chegada de cada urna. Às 18h ela marcava 44%; o resultado final foi 49%.

O que a projeção faz

  1. Busca os dados do TSE. O total do país e dos estados a cada 30 segundos; os municípios ainda em apuração a cada 2 minutos.
  2. Compara cada seção com ela mesma. Para as seções já apuradas, mede quanto o voto em cada candidato mudou desde o 1º turno, no mesmo local e com o mesmo eleitorado.
  3. Calcula a mudança em cada município. Com poucas seções apuradas, a estimativa do município é puxada para a média do estado, para não reagir demais a uma urna isolada.
  4. Projeta o que falta. Cada seção ainda não apurada recebe o seu próprio resultado do 1º turno mais a mudança estimada para o seu município.
  5. Estima quantos votos ainda faltam. A abstenção do 2º turno costuma ser diferente da do 1º. Por isso, o número de votos de cada seção que falta não é copiado do 1º turno: ele é ajustado pela variação de comparecimento já medida no seu município.
  6. Corrige as urnas tardias. Se as urnas que chegam mais tarde estiverem mudando mais que as primeiras, no voto ou no comparecimento, essa tendência é medida e aplicada ao restante.
  7. Calcula a margem de erro e a chance. A chance de vitória é a probabilidade de cada candidato terminar acima de 50% dos votos válidos, considerando a projeção e a margem daquele momento da apuração.
Seções já apuradas1º turno → 2º turnoSeção 10140% → 42%Seção 10252% → 54%Seção 10361% → 63%Mudança nomunicípio+2 pontosSeções que faltam1º turno + mudança = projeçãoSeção 10448% → 50%Seção 10570% → 72%Seção 10635% → 37%Seções já apuradas1º turno → 2º turnoSeção 10140% → 42%Seção 10252% → 54%Seção 10361% → 63%Mudança nomunicípio+2 pontosSeções que faltam1º turno + mudança = projeçãoSeção 10448% → 50%Seção 10570% → 72%Seção 10635% → 37%
Passos 2 a 4 num município, com números ilustrativos: a fatia de Lula entre os dois candidatos subiu 2 pontos nas seções já apuradas, e essa mudança é somada ao resultado de 1º turno de cada seção que falta. Quando o município tem poucas seções apuradas, a mudança é puxada para a média do estado.

Como a margem de erro foi calibrada

Reapresentamos a apuração do 1º turno inteira, urna por urna, na ordem e no horário reais em que cada uma das 497 mil seções chegou ao TSE. Sobre essa sequência, simulamos milhares de 2º turnos com resultados apertados e com urnas tardias mais favoráveis a um lado, e medimos o erro da projeção em cada ponto da noite. A margem usada no site cobre esses erros.

Também testamos 2º turnos com abstenção diferente da do 1º turno: maior no Nordeste e menor no Sul e Sudeste (e o contrário), maior nas urnas que chegam por último e maior onde um dos candidatos é mais forte. Quando a abstenção muda por região, a projeção não perde precisão, porque o comparecimento é medido em cada município. Quando a abstenção muda junto com a ordem de chegada das urnas e com o voto ao mesmo tempo, o erro cresce um pouco na segunda metade da apuração; por isso, a margem a partir de 40% das seções apuradas foi ampliada.

O resultado é uma regra prática: o vencedor pode ser apontado com 99% de confiança quando a diferença final for de pelo menos:

Seções apuradasDiferença final mínima
10%3,5 pontos
20%2,1 pontos
30%1,6 ponto
50%1,2 ponto
70%0,7 ponto
80%0,5 ponto
90%0,2 ponto

Por exemplo: se o 2º turno terminar 51% × 49% (diferença de 2 pontos), a projeção deve apontar o vencedor com 99% de confiança por volta de 20% a 25% das seções apuradas. Se terminar 50,5% × 49,5% (1 ponto), só depois de cerca de 60%.

Como se saiu no 1º turno

Na noite de 4 de outubro, uma versão mais simples deste método, que projetava município a município, foi usada ao vivo. Com 85% das seções apuradas, ela indicava Flávio Bolsonaro com 47,2% e Lula com 45,0%. O resultado oficial foi 47,03% e 45,16%, um erro de menos de 0,2 ponto para cada um. A parcial do TSE no mesmo momento estava 1,4 ponto acima para Flávio e 1,7 ponto abaixo para Lula.

O que pode dar errado

Avisos

Análise e desenvolvimento
Iran Milanez Caetano

Para mais análises como esta e outros serviços em Tecnologia da Informação, entre em contato:

iranmilanezcaetano@gmail.com